Artista chinês cria BMW feita somente de tijolos
Móveis na medida certa
Cidades aquáticas à deriva no mar poderiam ser a saída para o aquecimento global. Pelo menos esta é a proposta criativa e inusitada do arquiteto francês Vincent Callebaut. Com o degelo polar e o aumento no nível de água nos oceanos, Callebaut afirma que a única maneira da humanidade sobreviver seria a construção de tais cidades, para até 50 mil pessoas.
Chamada de Lilypad, a cidade tem um desenho baseado em uma vitória régia da região amazônica e possui três setores: trabalho, entretenimento e moradia. Na região central, um lago interligaria estas partes e, alimentado pela chuva, forneceria água potável aos moradores.
A energia seria gerada através de usinas eólicas, hidráulicas, solares, térmicas e de biomassa, com o movimento das ondas. Os alimentos viriam de uma horta ao redor do lago.
A cidade aquática do arquiteto seria construída com fibras de poliéster, contendo camadas de dióxido de titânio que, segundo Callebaut, absorvem a poluição atmosférica quando entram em contato com os raios ultravioleta. Assim, mais que auto-suficiente, a Lilpyad ajudaria na diminuição da poluição do planeta.
Mas, por enquanto, é bom que cada um de nós assuma seu papel de responsável pela preservação do planeta.